O FLÚOR: MOCINHO OU BANDIDO?

Recordo-me de um filme chamado de teoria da conspiração, no qual o ator Mel Gibson contracenava com um taxista. No diálogo, o mesmo afirmava que os governos adicionavam flúor na água para dominar as massas. No primeiro momento, fiquei chocado. Fui acadêmico de odontologia antes de estudar medicina, e aquela informação me deixou intrigado. Este elemento químico do grupo 7a da tabela periódica, que corresponde ao grupo dos halógenos estava acima de qualquer suspeita. Desde cedo, participei de campanhas para receber flúor na escola com a certeza que teria dentes mais saudáveis. Ledo engano…o flúor na verdade era bem mais nefasto do que eu imaginara. Dentre as doenças que ele pode causar está o câncer de boca, câncer ósseo, câncer de bexiga, fluorose nos ossos, entre outras.

Na atualidade 97% dos países não usam flúor nos seus sistemas de abastecimento de água.na Europa seu uso foi abolido e alguns países como a Noruega e Dinamarca nunca o utilizaram com esse objetivo. Os EUA e a Inglaterra utilizam este método.

Na cidade de Kizikaoern (Turquia), uma pequena vila suprida com água com alto teor de flúor, poucos habitantes chegam aos 50 anos de idade. O gado e as pessoas que vivem neste lugar tem sérios problemas osteoarticulares e as fraturas ocorrem com grande facilidade e os ossos são frágeis como o vidro.

Pesquisas recentes da universidade de Harvard classificaram o flúor como uma neurotoxina, ou seja, trata-se de uma substância tóxica para o sistema nervoso porque impede o desenvolvimento adequado do cérebro e pode levar a transtornos do espectro autista, dislexia, transtorno de hiperatividade e distúrbio de atenção, dimuindo a inteligência e a memória daqueles que ingerem o flúor. Na china, vários trabalhos associaram o flúor ao baixo quociente de inteligência(q.i.) em crianças.

O flúor ainda tem o papel de bloquear o papel do iodo, fazendo com que a tireoide (glândula situada na parte anterior do pescoço) tenha seu desempenho prejudicado, causando a disfunção deste órgão que regula o metabolismo , a temperatura corporal, o crescimento e maturação do esqueleto, distribuição e reserva de sal e água do corpo, dentre outras funções. Estudos demonstram que 12% das mulheres brasileiras com idade acima de 35 anos sofrem de hipotireoidismo e o brasil está entre um dos países com as maiores taxas desta doença do mundo. O flúor certamente é um dos maiores causadores deste distúrbio.

O flúor não tinha apenas o intuito de dominar as massas, como pensava o nosso personagem da teoria da conspiração…

Fonte: Médico Dr. José Magno De Sousa Magalhães 

SERÁ QUE A HIPNOSE FUNCIONA PARA TERAPIA?

SERÁ QUE A HIPNOSE FUNCIONA PARA TERAPIA?

Estudos realizados pelo psicólogo americano Alfred A. Barrios, em 1970, compararam a efetividade terapêutica de três modalidades, a saber: Psicanálise, Terapia Comportamental e Hipnoterapia.

Os resultados obtidos por Barrios, disponíveis em “Hipnoterapia: uma reavaliação (Hypnotherapy: a reappraisal)”,  levaram à seguinte conclusão:

TERAPIA UTILIZADATEMPO MÉDIO DE TRATAMENTONº MÉDIO DE SESSÕESSUCESSO NO TRATAMENTO
Psicanálise11 anos e meio600 sessões38%
Comportamental6 meses22 sessões72%
Hipnoterapia1 mês e meio6 sessões93%

Não só os estudos de Barrios, mas a prática clínica de profissionais sérios, tem demonstrado cada vez mais que a hipnose não é somente útil para a remoção de sintomas, porém, tem-se mostrado efetiva em tratamentos de distúrbios os mais diversos, como:

  • Alcoolismo;
  • Tabagismo;
  • Ansiedade;
  • Depressão;
  • Síndrome do Pânico,;
  • Estresse Pós-Traumático (TEPT);
  • Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC);
  • Fobia Social;
  • Asma;
  • Rinite alérgica;
  • Dermatites;
  • Síndrome do Intestino Irritável (SII);
  • Distúrbios Sexuais Masculinos: falta de desejo sexual, impotência, etc;
  • Distúrbios Sexuais Femininos: falta de desejo sexual (frigidez), falta de prazer (anorgasmia), etc;
  • Inabilidade para tomar decisões;
  • Fobias diversas
  • Etc, etc…..

Não é à toa que, no Brasil, instituições de sólida reputação têm investido na pesquisa e divulgação do uso terapêutico da hipnose, tais  como o Hospital das Clínicas da USP (Universidade do Estado de São Paulo) – que possui uma Escola de Auto-Hipnose para Fibromiálgicos, brilhantemente dirigida pelo Dr. Jacy Silva; e a UNIFESP (Universidade Federal do Estado de São Paulo) – que mantém o Grupo de Estudos de Hipnose, que já completou dez anos de atividades, dirigido com maestria pelo Dr. Osmar Colas. Temos ainda a Sociedade Mineira de Hipnose, presidida pelo psicólogo e psicanalista Gastão Ribeiro, que também dirige o Projeto Trauma Infantil; a Sociedade Brasileira de Hipnose e Hipniatria, dirigida pelo Dr. Luiz Carlos da Mota Lima, em Ribeirão Preto; há também os diversos Instititutos Milton Erickson espalhados pelo Brasil; enfim, paro de relatar para que a lista não se torne demasiadamente grande.

Como se pode perceber, a hipnose clínica (hipnoterapia) brasileira, hoje, nada deve à hipnose mundial, aliás, tem sido grande contribuinte com material de estudo e profissionais da mais alta qualidade.

Quem quiser aprender mais sobre Hipnose, este mês de outubro, dias 10 e 11, estaremos organizando, em São Paulo, mais um curso de Hipnose e Letargia com o Dr. Paulo Paixão, hipnoterapeuta mundialmente renomado, que já ministrou cursos em toda a América Latina e em outros vários países, além de ter escrito seis livros sobre hipnose e letargia (Técnica Letárgica) e traduzido o livro A Hipnose de Hoje, da Dra. Galina Solovey.

OBS: Re-Postagem autorizada pelo Autor desse Artigo em 16 Dezembro de 2010.